Bom, novo ano, para alguns realmente vida nova.
No meu caso, desde 12/08 eu estou em um emprego novo. Não exatamente novo, já que executo as mesmas coisas que gosto de fazer na área de computação. Apesar de estar me formando numa área que aparentemente me torne um programador, como muitos dos alunos acham, não sou muito obcecado nessa área ainda que tenha feito vários trabalhos nela. Eu gosto mesmo da área administrativa. E nesse contexto estou na chefia desse novo emprego. Grande? Mais ou menos. Explico:
Não é a primeira vez mas, sempre é complicado ser chefe. No primeiro momento, se tem a responsabilidade de manter a casa em ordem, seja no sentido de tudo funcionando, seja no sentido de que as pessoas entendam o que você deseja, e quando essas pessoas tem a mente funcionando, ao te questionarem entendam que o que você pede/ordena/manda é a melhor solução. Nesse sentido, eu prefiro pessoas que me questionem, já que assim você não terá resultados inesperados de ações tomadas, mas que não foram bem compreendidas podendo ficar pendente uma ação sobre a execução, esta ação não esperada por um chefiado que apenas executa tal e qual um robô não autônomo poderá trazer danos ao bom funcionamento do sistema. Então, sempre pensemos seja no estado de chefe ou estado de chefiado. Aliais, conversando descobrimos que a solução do chefiado pode ser melhor que a nossa.
Posteriormente a esse aspecto de manter o ambiente funcionando e suas ordens sendo seguidas ou modificadas, temos um problema que quem ainda não chefiou, seja quando criança, seja quando adulto, sejam equipes grandes ou pequenas, não vai entender: a educação.
Existem formas de se pedir/mandar/ordenar as coisas. Podemos tratar também as pessoas como robôs autônomos que sabem tomar decisões, como robôs repetitivos que vão executar tarefas limitadamente ao que foi ordenado ou podemos enchergar nossos chefiados como companheiros. A idéia aqui é o sentido de equipe. Ficou claro para minha pessoa, que muitos não conseguem enchergar que quando a equipe se dá bem, o serviço flui melhor, a empresa/setor ganha com isso em produtividade. Então, não adianta ser cortez e educado apenas com o cliente/usuário, mas também com seus colegas de trabalho e subalternos. Conquistar respeito, é muito mais importante que conquistar o medo de ser demitido.
Ah, e onde estaria a novidade?
Na autonomia.
Nesse novo caminho seguido por minha pessoa, esbarro num quesito que ainda não me tinha chegado. Tenho autonomia de fazer o que quiser. Mantendo os usuários satisfeitos, eu posso modificar, reencaixar as engrenagens de onde estou. Liberdade é um privilégio de poucos e a desgraça de muitos. Já que, ao errar, a responsabilidade aparece. Esse é meu medo. Errar. Mas assim como o negão que agora manda no mundo, tentarei fazer o melhor possível em todas as situações. E amadurecer, sem medo de crescer.
Good Luck Barack Russein Obama.
Boa sorte para mim também.
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